Até onde o SEO pode interferir no conteúdo?

Uma das primeiras coisas que a gente aprende e entende em SEO é que otimizar o conteúdo é muito importante. Tudo que está escrito em uma página é levado muito em conta pelos robôs dos buscadores na hora de classificá-la como relevante para determinado assunto.

Então desembestamos a otimizar todos os textos, medir os títulos, dosar as palavras; e um texto vivo, chamativo e prazeroso de se ler vira uma coisa chata, monótona e sem-graça. E todo mundo sabe que texto chato a gente só lê quando é obrigado – e ninguém é obrigado o site de ninguém, certo? Os leitores vão começar a ir embora, e o objetivo da otimização vai criar um resultado oposto do desejado.

É muito importante observar a forma com que o escritor do site é convencido ou conscientizado do quão fundamental é otimizar o conteúdo. Sim, precisamos de títulos objetivos, de palavras-chave com uma boa variação e densidade, blá blá blá, mas sem ferir e prejudicar o estilo do escritor. É isso que dá o ritmo ao texto e torna a leitura agradável, e faz os leitores se identificarem com o site e com o autor, querendo voltar sempre.

Por isso, se você, leitor, costuma fazer títulos gigantescos para os seus posts, por exemplo, continue fazendo. Otimize a URL, as imagens, o código do site, compre um bom domínio, essas coisas. Mas continue a escrever do jeito que te faz feliz, porque essa felicidade vai transparecer nos seus textos (brega e lame, eu sei, mas é verdade, oras), seus leitores antigos não vão estranhar nenhuma mudança estranha e abrupta (se o site já possui textos) e os leitores novos virão.

Arquivado em Dicas de SEO, no dia 04/5/2010

A Arte de SEO

Ultimamente estão surgindo vários livros de SEO traduzidos. Acho isso bem legal e motiva mais pessoas a estudarem e se interessarem por SEO. O que é bom para todos nós, já que quanto mais gente na brincadeira, mais divertida ela fica. E os livros também acabam virando fontes incríveis de consulta.

E aí os meus leitores acabam de ficar em vantagem por ler esse blog com tão inconstantes atualizações, veja só!

A Novatec acaba de lançar a tradução de “The Art of SEO”, ou, como eu gosto de chamar, o “livro do beija-flor”. Para ter essas 656 páginas de puro SEO em português na mochila, é só ir no site da Novatec, realizar a compra, e escrever SEODEBRIGADEIRO no campo “código da promoção” e ganhar 20% de desconto até dia 30 de junho. Você leva cinco e paga quatro. Uma beleza.

E nem precisa me agradecer, ok (hihihihihi). É só correr lá, ler o “A Arte de SEO” e voltar aqui pra me contar o que você achou do conteúdo, da tradução e de tudo mais. Combinado? Então 1, 2, 3 e já.

Arquivado em Livros de SEO, no dia 01/5/2010

Categorias e tags: qual a diferença?

É muito importante saber classificar as páginas do site. Uma boa organização ajuda as pessoas a entender melhor a estrutura do site, o que elas irão encontrar e aonde ir para realizar as tarefas que desejam. E quando as pessoas ficam felizes, o robô sabe.

Em blogs é muito comum a utilização de tags e categorias para a classificação dos posts. Quando aparecem dúvidas conceituais a respeito das tags e das categorias, a boa organização do site pode ser comprometida, confundindo pessoas e robôs e comprometendo a indexação.

Categorias são os grupos de páginas que compõe o site. Cada grupo é um conjunto e esses conjuntos não apresentam interseções, ou seja, uma página não pode estar catalogada em dois grupos. Se as categorias apresentam interseções, a taxonomia do site precisa ser refeita.

Tags servem para descrever os assuntos citados no post; é importante ressaltar que o nome da categoria do post não precisa ser uma tag; os posts classificados naquela categoria já estão agrupados na página da categoria e por isso não é necessário ter também uma página com o termo como tag.

A analogia da caixa de doce

As guloseimas bonitas dessa foto podem ser agrupadas de diversas formas: por cor, por sabor, por formato, por ingrediente; dá pra pensar em mais um montão de outros jeitos de classificar esses doces. Logo, se o critério de agrupamento for por cor, as categorias serão amarelo, azul, vermelho, rosa, branco, verde, multicolorido e por aí vai. Se for formato, as categorias serão coração, estrela, peixe, palitinho, quadradinho, pirâmide etc e tal. Não existe a possibilidade de classificar um doce em mais de uma categoria. Até porque se colocarmos os doces em caixas inspirando-se nas categorias, não podemos colocar o mesmo doce em duas caixas, certo? Pense nas categorias como caixas etiquetadas e tudo ficará bem.

Agora vamos pegar aquele doce de coraçãozinho que está ali na parte inferior da foto e estabeleçamos o padrão de categorização baseado na cor. Dessa forma, o coraçãozinho ficará na categoria “vermelho”. Mas ele também é um doce gelatinoso, em formato de coração e sabor morango. Essas são as tags desse doce, características dele, coisas que seriam citadas se fosse feito um texto sobre ele – dependendo do objetivo do site onde esse texto estaria escrito, claroãm.

Bom, isso é uma coisa que eu ando pensando há algum tempo, e esse post é o que eu concluí recentemente sobre esse assunto. Se vocês repararem, alguns posts antigos do SEO de Brigadeiro têm tags com nomes das categorias, hihihi. Foi com essa confusão que eu mesma fazia que eu comecei a pensar a respeito disso.

E vocês, o que acham?

Arquivado em Usabilidade e Arquitetura de Informação, no dia 04/4/2010

Como foi o UaiSEO?

É, eu sei, já faz quase um mês que aconteceu o UaiSEO, mas eu preciso falar aqui o que eu já falei em trocentos lugares diferentes: o evento foi incrível. De verdade.

Depois de enfrentar uma maratona de sete horas para sair de São Paulo e chegar em Juiz de Fora, me deparo com o auditório mais ou menos assim:

Eu já sabia quantas pessoas tinham se inscrito, mas vê-las todas ali no auditório, com seus notebooks, escrevendo no Twitter e tirando fotos foi muito emocionante. As palestras foram superlegais e as pessoas que estavam ali eram superlegais.

Além disso, foi possível ver toda a gangue do SEO junta gravando o Searchcast e o Guanacast ao vivo.

E aqui está o vídeo do Guanabara.info que resume muito bem o que aconteceu por lá.

Arquivado em Eventos de Search, no dia 03/4/2010

Results from people in your social circle

Estava eu fazendo minhas pesquisas no Google e me deparo, bem lá no finalzinho da tão desejada primeira página, com um  ”Results from people in your social circle”.

Acontece que agora o Google mostra na SERP conteúdo relacionado à sua pesquisa que foi gerado pelos seus contatos através do Flickr, Picasa, blogs, FriendFeed e Twitter.

E também tem uma listinha do seu meio social, mostrando de onde você conhece cada um, e todos os lugares onde aquela pessoa publica conteúdo.

Isso só é válido para o google.com. Fiz testes na versão brasileira e não consegui nada. E claro, deve estar logado. Porque, né.

Arquivado em Google, no dia 21/2/2010
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