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Esse tal de conteúdo

Desde de Jakob Nielsen, todo mundo – eu incluída – fala insistentemente “conteúdo é rei”, que um conteúdo único é importante e que páginas com conteúdo repetido não são tão legais assim. Mas um monte de gente tem muitas dúvidas sobre o que, afinal de contas, pode ser classificado como conteúdo.

Simplificando as coisas: conteúdo é tudo aquilo que está entre as tags html e /html. Quer dizer, é tudo que os robôs dos buscadores vão ler. Independente de ser topo, menu, rodapé, barra lateral, tabela, imagem ou bloco de texto. Para o robô é tudo conteúdo.

Conteúdo repetido

Então, se todo o código HTML é considerado conteúdo, as páginas de um site que apresenta a mesma estrutura, onde só muda o texto ali no meio, pode ser considerado conteúdo? Pode.

Por isso que quanto mais texto em uma página, melhor: será ele que vai diferenciar – junto com as imagens, vídeos e outros elementos – aquela página das outras para o buscador. Além, é claro, de aumentar a densidade das palavras-chave e oferecer informações o suficiente para convencer aqueles visitantes mais desconfiados e os levarem à conversão, essa outra desconhecida.

Arquivado em Conceitos, no dia 08/8/2010

Robots.txt

O trabalho dos robôs dos buscadores é passear pela floresta web colhendo frutos links. E quando o link vai pra cestinha do robô, é a glória: quer dizer que Google indexou o site, e todos comemoram e se abraçam.

Porém, existem algumas páginas dos nossos sites que não gostaríamos que os robôs olhassem, já que não interessa para nós que eles indexem aquilo. Páginas de administração, diretórios com códigos, essas coisas que mostram muito os bastidores e que faz com que o glamour se perca. Não precisamos de mostrar nada disso.

Por isso, fazemos uma espécie de cartinha endereçada aos robôs, explicando para ele quais páginas não valerão a pena ir. Essa cartinha é um arquivo em formato txt, e se chama Robots. É lá também que mostramos onde estão os sitemaps do site. É quase um vídeo de orientação da Dharma em formato texto.

Como fazer um robots.txt?

É simples. Você tem que ter em mente que estará dando instruções, então tem que ser claro. Você pode orientar todo mundo ou dar recados para indexadores específicos. Mas esteja ciente que, se for dar o recado para alguém específico, esse alguém irá ignorar o que estiver escrito para todo mundo. Muito confuso? Exemplificarei.

User-agent: *
Disallow: /js
Disallow: /admin
Disallow: /categorias.aspx

User-agente:Googlebot
Disallow: /css

Aqui nesse exemplo, o robô do Google vai bloquear somente a pasta “css”, enquanto o robô do Bing, por exemplo, bloqueará as pastas “js” e “admin”, e o página “categorias.aspx”. Se você escreveu isso esperando que o Google bloqueasse todas as páginas mencionadas, deverá escrever assim:

User-agent: *
Disallow: /js
Disallow: /admin
Disallow: /categorias.aspx

User-agente:Googlebot
Disallow: /js
Disallow: /admin
Disallow: /categorias.aspx
Disallow: /css

Ainda confuso? Existem bons geradores de robots.txt por aí. Digo três: o do site Marketing de Busca, do Mestre SEO e o do Google Webmasters Tools. É só escolher um e dizer o que você quer, e eles traduzem em “robolês” para você. Aí é só jogar no servidor e pronto.

Última coisa: é importante lembrar que o “Disallow” não “desindexa” páginas, apenas fala para o robô que não é recomendado ir lá. E se ela estiver linkada em alguma outra página, ela irá para a cesta e será indexada. Se existir algum link para “categorias.aspx” do exemplo em alguma outra página na web, não terá adiantado nada ter escrito no arquivo que essa era uma “página proibida”. Não dá pra fazer milagre com apenas uma carta, né.

Arquivado em Conceitos, no dia 11/1/2010

Palavras-chave

As palavras-chave são o início de tudo. É a partir delas que deve ser baseada toda a campanha de links patrocinados, assim como o desenvolvimento do conteúdo e o bom posicionamento nos mecanismos de busca. É o que você quer que as pessoas digitem na caixinha dos mecanismos de busca para achar seu site.

Ajudinhas. O Google Trends é uma ótima ajuda para quem quer tirar a prova dos nove. O melhor é se concentrar em poucas palavras-chave; por isso, pra desempatar sinônimos ou variações de número e gênero, é bom ver qual dessas palavras são mais procuradas e optar por elas.

Palavras-chave para campanhas de links patrocinados. As palavras muito procuradas nem sempre são as mais interessantes: ela pode não ficar visível na montueira de outras campanhas com as mesmas palavras-chave. Para aumentarmos as chances de atingirmos nossos objetivos e conseguirmos audiência de qualidade (que clique/compre/faça o cadastro), devemos nos lembrar sempre da long tail e focar no nicho para qual o site está direcionado. Em link patrocinado vale tudo, até escrever palavra errada, coisa que não é legal de fazer nas palavras-chave do site.

Palavras-chave no código. A gente pode fazer coisas simples no código e no conteúdo do site para que a URL fique mais “encontrável”.

1. Títulos das páginas. As páginas têm que possuir títulos coerentes, e se possível, que contenham alguma ou algumas das keywords.

2.Header tags. Também conhecidas como h1, h2, h3 e etc. São usadas para títulos do conteúdo da página. Colocar palavras-chaves nessas tags também ajuda.

3.Meta Keywords. Ficam lá ma cima, na parte do head do código HTML. A W3C recomenda o uso das Meta Keywords, mas o Google não liga muito pra elas. É bom pra manter o site todinhos nos padrões.

Escolher as palavras-chave é definir o objetivo do site, e o primeiro passo para fazer conteúdo de qualidade. E isso é mais importante que ficar na primeira posição. Ficar bem posicionado é só uma consequêcia.

Arquivado em Conceitos, no dia 22/1/2009

Links Patrocinados

dinheiro-graphic

Os links patrocinados também são chamados de links pagos. Os nomes explicam muito bem: são uma ferramenta de marketing para divulgar uma determinada URL através de espaços pagos nas páginas de resultado dos mecanismos de busca e nos sites que têm espaços publicitários.

Os links pagos complementam a otimização – o tal do SEO – e são cobrados do anunciante pelo sistema Pay per Click (PPC). Isso quer dizer que ao fazermos uma campanha, só será cobrado de nós quando alguém clicar no nosso anúncio, que é nosso grande objetivo. Nossos links serão exibidos quando as pessoas digitarem a palavra-chave (ou quando o assunto do site for correspondete com a palavra-chave) que compramos.

Isso é bem eficaz porque filtramos o público que possa se interessar pelo nosso link, o que aumenta as chances da pessoa clicar e ter o comportamento que queremos que ela tenha (comprar um produto, fazer um cadastro, ler um texto e mais um monte de coisas, dependendo da sua ação de marketing).

Os serviços mais conhecido de links patrocinados são o Yahoo! Search Marketing, o UOL Links Patrocinados e o mais conhecido de todos, o Google Adwords. Isso acontece porque a maioria dos usuários faz buscas pelo Google. E ele ainda tem o Adsense, que faz os anúncios em sites com as palavras-chave. Resumindo, as chances de aparecer são muito maiores.

Reparou quantas vezes eu falei “palavra-chave” nesse texto? É porque elas são extremamente importantes. Definir as palavras-chave de um site é determinante para o sucesso de uma estratégia de marketing de busca. E é sobre elas que falarei no próximo post.

Arquivado em Conceitos, no dia 02/1/2009

SEM: ham?

SEM é a sigla de Search Engine Marketing.

Isso significa todos aqueles esforços de marketing na web, como links patrocinados e SEO, para promover um site e fazer com que o público consiga chegar a esse conteúdo que foi publicado.

Uma acão de marketing na web tem como objetivo gritar a sua URL pra todo mundo ouvir. Melhor do que isso: é fazer as pessoas certas clicarem.

megafone
Arquivado em Conceitos, no dia 29/12/2008

SEO. Whatahell?

SEO é uma sigla para Search Engine Optimization. Search engines são os buscadores: Google, Yahoo, MSN e por aí vai. A gente usa as técnicas de SEO para que as pessoas encontrem a nossa URL quando pesquisam.

E tem que ser temas relacionados com o que temos a oferecer. Não adianta nada uma pessoa cair de pára-quedas no nosso site e sair menos de 1 minuto depois. O ideal é que pesquemos as pessoas certas, para que elas fiquem passeando pelo site e atinjam o objetivo que traçamos para o negócio (site também é um negócio, ué!).

SEO envolve também em convercer as search engines de que somos pessoas legais, e que eles podem confiar na gente. E como toda relação de confiança, é algo que só resulta efeito a médio e longo prazo. Não dá para confiar em alguém que a gente acaba de conhecer. E se for trapaceiro, a chances de alguém confiar em você diminuem muito. Com os buscadores é a mesma coisa: temos que aprender a se relacionar com eles sem magoá-los.

Então, se quiser aplicar técnicas de otimização no seu site, é preciso ter paciência e persistência. Mas é algo que valhe a pena. Quem não quer se destacar na multidão?

Arquivado em Conceitos, no dia 28/12/2008